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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Professora: vamos falar,sim!!


A professora Amanda Gurgel, do estado do Rio Grande do Norte, chegou a ser um dos assuntos mais comentados semana passada na internet após criticar em audiência pública para debater a educação à secretária de Educação do Estado e outros deputados presentes.

“O discurso foi feito no último dia 10 de maio, na Assembleia Legislativa. A professora iniciou sua fala revelando o valor de seu salário, de 930 reais, e perguntando aos deputados e secretários presentes se eles conseguiriam viver com o que ela ganha. Amanda ainda falou sobre as dificuldades cotidianas dos professores e o tratamento desmerecedor dado pelos governos ao longo dos últimos anos à educação. O vídeo desse discurso foi difundido intensamente na Web e está entre os assuntos mais falados nas redes sociais.”
Parabéns, professora!!
Que bom ter professoras como ela no nosso Brasil!



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

CENSURA NO YOUTUBE!

Eu, Papillon, reproduzo aqui no nosso cantinho o texto abaixo porque a censura ao Poema Falado Idéias Íntimas, do Álvares de Azevedo, também atingiu este espaço. Até concordo que devam existir regras e limites. Acho que ninguém discorda disso. Mas a censura pura e simples, baseada em critérios pouco claros é inadmissível. Por isso endosso o protesto abaixo.

Censurar. Verbo transitivo direto que de acordo com o dicionário Houaiss significa exercer censura moral, política, estética, religiosa, entre outros tipos, sobre produção artística ou informativa, espetáculo etc. foi exatamente isso que ocorreu com o Poema Falado “Idéias Íntimas IX”, escrito pelo poeta romântico Álvares de Azevedo.
Os Poemas Falados são pequenos vídeos que produzo para divulgar os meus poemas prediletos. Os textos vêm acompanhados de música e imagens que ajudam a traduzir a intenção central da poesia retratada. A idéia de se fazer Poemas Falados surgiu como uma brincadeira instigada pela Pappillon. Depois virou um dos meus passatempos prediletos, quase um vício. Desde agosto de 2009 passei a postá-los aqui e em outros espaços como os blogs amigos Bienvenue-Ami e O Cantinho de Coccinelle. O objetivo é formar uma rede tecida por versos e sons magníficos, afinal, como disse o Carlos Drummond de Andrade, “uma pessoa que tem hábitos intelectuais ou artísticos, uma pessoa que gosta de ler nunca está sozinha. Ela terá sempre uma companhia: a companhia imensa de todos os artistas, todos os escritores que ela ama, ao longo dos séculos”. Trata-se do prazer da arte pela arte, sem nenhum propósito comercial.
Eis que na semana passada fui surpreendido por uma mensagem do Youtube, onde os Poemas Falados são postados, comunicando a retirada do poema “Idéias Íntimas IX”, classificado como impróprio por conter cenas de nudez e sexo (seria isto pornografia?). Sim,o vídeo contém cenas de nudez, mas não de sexo. Ademais, qual o problema com a nudez e o sexo? Existe uma diferença enorme entre sexo e pornografia. Sei bem que a pornografia está, sobretudo, na mente e nos olhos de quem vê, mas isso é outra história que não estou a fim de discutir nesse momento. O fato é que a censura ocorreu e o Álvares de Azevedo, um dos maiores nomes da poesia de língua portuguesa, assim como o Amadeu Modigliani, o William Etty, o diretor português João Pedro Rodrigues e o músico Alberto Iglesias foram banidos em nome de uma moralidade duvidosa. Isso tudo me fez perceber o quão encoberto por tabus o corpo se encontra. Mudam os tempos, mas os tabus permanecem quase intactos.
Sabendo do fato, alguns amigos meus se pronunciaram no Facebook nos seguintes termos: “o incrível é que se fossem imagens de violência explícita aí não teria problema, existem inúmeras no Youtube. O moralismo hipócrita prevalece” (PM); “a censura sem limites...e o pior que quem censura é o público....já que é censura deveriam ter uma equipe para analisar os fatos e não deixar a hipócritas tomarem conta e fazer o que desejam” (GCR); “é impressionante como fica claro que não há interesse nenhum em fomentar algo que estimule a educação e ou a contemplação da arte! Afinal isso estimularia o pensar, e representa uma situação ‘extremamente perigosa’ para quem não interessa a partilha. O que não é censurado, por exemplo, é a violência e inutilidade, afinal, essas contribuem efetivamente para manter uma aura de inferioridade e infelicidade coletiva” (MC).
O debate está lançado. O vídeo censurado pode ser acessado AQUI. Será que este vídeo é mesmo impróprio? Opine. Caso queira fazer parte da rede para publicar em seu blog/sítio os Poemas Falados é só entrar em contato que eu enviarei os textos e links da postagem (por Silvio Benevides).

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Bonne Fête, Christiane!






Parabéns minha amiga!
Desejo uma vida com muitas realizações e conquistas e que seu dia
de aniversário seja muito feliz.
Conte SEMPRE com o meu carinho e minha amizade.
Te amo!
Beijos no seu lindo coração!





Durmo ou não?




Durmo ou não? Passam juntas em minha alma

Coisas da alma e da vida em confusão,

Nesta mistura atribulada e calma

Em que não sei se durmo ou não.


Sou dois seres e duas consciências

Como dois homens indo braço-dado.

Sonolento revolvo omnisciências,

Turbulentamente estagnado.



Mas, lento, vago, emerjo de meu dois.

Disperto. Enfim: sou um, na realidade.

Espreguiço-me. Estou bem... Porquê depois,

De quê, esta vaga saudade?


quinta-feira, 25 de março de 2010

Parabéns, Sandra!


AMIGA é um prazer ter você entre as pessoas que amo.
Você sabe o quanto é realmente muito importante na minha vida? Muito mesmo!!
Você é um ser humano admirável, muito especial e tem uma sabedoria de vida inacreditável! Sou sua fã criatura!!
Claro que não é a pessoa perfeita ou não teria a mínima graça!! Os seus defeitos são nada perto da sua humildade de saber
reconhece-los. Afinal:
“ você não tem isso com você!” kkkkk

Desejo a você uma vida repleta de saúde e um caminho de muitas realizações.
Um beijo com muito carinho nesse seu lindo coração.
Te amo amiga!!

Veja seu poema e seu video!
Pedido atendido!!

A Palavra Mágica
Carlos Drummond de Andrade

Certa palavra dorme na sombra
de um livro raro
Como desencantá-la?
É a senha da vida
a senha do mundo.
Vou procurá-la.

Vou procurá-la a vida inteira
no mundo todo.
Se tarda o encontro, se não a encontro,
não desanimo,
procuro sempre.

Procuro sempre, e minha procura
ficará sendo
minha palavra.






Debaixo Dos Caracóis Dos Seus Cabelos
Composição: Roberto Carlos

Um dia a areia branca
Teus pés irão tocar
E vai molhar seus cabelos
A água azul do mar
Janelas e portas vão se abrir
Pra ver você chegar
E ao se sentir em casa
Sorrindo vai chorar
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Uma história pra contar
De um mundo tão distante
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um soluço e a vontade
De ficar mais um instante
As luzes e o colorido
Que você vê agora
Nas ruas por onde anda
Na casa onde mora
Você olha tudo e nada
Lhe faz ficar contente
Você só deseja agora
Voltar pra sua gente
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Uma história pra contar
De um mundo tão distante
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um soluço e a vontade
De ficar mais um instante
Você anda pela tarde
E o seu olhar tristonho
Deixa sangrar no peito
Uma saudade, um sonho
Um dia vou ver você
Chegando num sorriso
Pisando a areia branca
Que é seu paraíso
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Uma história pra contar
De um mundo tão distante
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um soluço e a vontade
De ficar mais um instante

domingo, 21 de março de 2010

Feliz Aniversário!!


Amigo.

Quero desejar um aniversário de muitas realizações!!

Que sua sorte, sua saúde e sua paz sejam multiplicadas!

Parabéns!!

Celebrar seu aniversário é também celebrar a nossa amizade!

O que seria de mim sem seu nascimento!?!

Obrigada por fazer parte dessa pequena lista de pessoas que posso chamar de amigos!!
Te amo!

Você e Eu / Eu e Você

Amigos pra valer!!

Papillon.



Nossa querida e amada Cecília para você e claro que um video ao final.


Timidez

Cecília Meireles


Basta-me um pequeno gesto,

feito de longe e de leve,

para que venhas comigoe

eu para sempre te leve...


— mas só esse eu não farei.


Uma palavra caída

das montanhas dos instantes

desmancha todos os marese

une as terras mais distantes...


— palavra que não direi.


Para que tu me adivinhes,

entre os ventos taciturnos,

apago meus pensamentos,

ponho vestidos noturnos,


— que amargamente inventei.


E, enquanto não me descobres,

os mundos vão navegando

nos ares certos do tempo,

até não se sabe quando...


— e um dia me acabarei.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Poema Falado.

Iemanjá: senhora e rainha do mar.

Na tradição do candomblé, Iemanjá é a mãe suprema, pois de seu ventre nasceram todos os orixás. De acordo com Pierre Verger (Orixás. São Paulo: Corrupio, 1981), “Iemanjá, é o orixá dos Egbá, uma nação iorubá estabelecida outrora na região entre Ifé e Ibadan, onde existe ainda o rio Yemanjá. As guerras entre nações iorubás levaram os Egbá a emigrar na direção oeste, para Abeokuta, no início do século XIX. Não lhes foi possível levar o rio, mas, transportaram consigo os objetos sagrados, suportes do axé da divindade, e o rio Ogun, que atravessa a região, tornou-se, a partir de então, a nova morada de Iemanjá. Este rio Ogun não deve, entretanto, ser confundido com Ogun, o orixá do ferro e dos ferreiros”. No Brasil, o culto a Iemanjá voltou-se para as águas salgadas. Aqui, seus fiéis voltam-se, preferencialmente, para os mares quando desejam dirigir pedidos à grande mãe. E Iemanjá jamais nega um pedido de quem o faz com o coração limpo, como já demonstrou o Dorival Caymmi quando escreveu: “Eu mandei um bilhete pra ela pedindo para ela me ajudar. Ela, então, me respondeu que eu tivesse paciência de esperar. O presente que eu mandei pra ela de cravos e rosas vingou”. Como se pode perceber o segredo é ter paciência de esperar para que o presente vingue. E ele sempre vinga.




A Festa para Iemanjá no Rio Vermelhor-Salvador-Bahia

Excepcionalmente, o Poema Falado de fevereiro está a ser publicado não no primeiro domingo do mês, mas, sim, na primeira segunda-feira, pois amanhã será o grande dia, o dia de Iemanjá. Para homenageá-la, o poema “Canto de Iemanjá”, do Vinícius de Moraes: “Iemanjá, lemanjá. lemanjá é dona Janaína que vem. Iemanjá, Iemanjá. lemanjá é muita tristeza que vem. Vem do luar no céu. Vem do luar no mar coberto de flor, meu bem, de Iemanjá. De lemanjá a cantar o amor e a se mirar na lua triste no céu, meu bem, triste no mar. Se você quiser amar, se você quiser amor, vem comigo a Salvador para ouvir lemanjá, a cantar, na maré que vai e na maré que vem. Do fim, mais do fim, do mar. Bem mais além. Bem mais além do que o fim do mar. Bem mais além”. Vale a pena conferir o vídeo abaixo, nosso presente para Iemanjá, senhora e rainha do mar. Louvemos, então, Iemanjá! Odóiyá! (por Sílvio Benevides, Coccinelle e Papillon).

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Parabéns LINDINHA!!



Parabéns LINDINHA!!
Desejamos que você tenha uma vida de muitas conquistas e com inúmeras descobertas.
Que seu caminho seja trilhado a cada dia com muita vontade de crescer na busca do saber e sem medo de ser feliz!!
Beijos no seu coração.
Feliz vida nova!!


Acordar, viver
Carlos Drummond de Andrade

Como acordar sem sofrimento?
Recomeçar sem horror?
O sono transportou-me
àquele reino onde não existe vida
e eu quedo inerte sem paixão.

Como repetir, dia seguinte após dia seguinte,
a fábula inconclusa,
suportar a semelhança das coisas ásperas
de amanhã com as coisas ásperas de hoje?

Como proteger-me das feridas
que rasga em mim o acontecimento,
qualquer acontecimento
que lembra a Terra e sua púrpurademente?
E mais aquela ferida que me inflijo
a cada hora, algoz
do inocente que não sou?




Ninguém responde, a vida é pétrea.



Um vídeo para você.



Bola de Meia, Bola de Gude
Composição: Milton Nascimento

Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão

Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão

E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade alegria e amor
Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal

Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem pra me dar a mão

sábado, 2 de janeiro de 2010


Receita de ano novo

Carlos Drummond de Andrade

Para você ganhar belíssimo Ano Novo

cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,

Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido

(mal vivido talvez ou sem sentido)

para você ganhar um ano

não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,

mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;

novo

até no coração das coisas menos percebidas

(a começar pelo seu interior)

novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,

mas com ele se come, se passeia,

se ama, se compreende, se trabalha,

você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,

não precisa expedir nem receber mensagens

(planta recebe mensagens?

passa telegramas?)


Não precisa

fazer lista de boas intenções

para arquivá-las na gaveta.

Não precisa chorar arrependido

pelas besteiras consumidas

nem parvamente acreditar

que por decreto de esperança

a partir de janeiro as coisas mudem

e seja tudo claridade, recompensa,

justiça entre os homens e as nações,

liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,

direitos respeitados, começando

pelo direito augusto de viver.


Para ganhar um Ano Novo

que mereça este nome,

você, meu caro, tem de merecê-lo,

tem de fazê-lo novo,

eu sei que não é fácil,

mas tente, experimente, consciente.

É dentro de você que o Ano Novo

cochila e espera desde sempre.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Feliz 2010!!!

Eterno
(Carlos Drummond de Andrade)
E como ficou chato ser moderno.
Agora serei eterno.
Eterno! Eterno!
O Padre Eterno,
a vida eterna,
o fogo eterno.
(Le silence éternel de ces espaces infinis m'effraie.)
— O que é eterno, Yayá Lindinha?
— Ingrato! é o amor que te tenho.
Eternalidade eternite eternaltivamente
eternuávamos
eternissíssimo

A cada instante se criam novas categorias do eterno.

Eterna é a flor que se fana
se soube florir
é o menino recém-nascido
antes que lhe dêem nome e lhe comuniquem o sentimento do efêmero
é o gesto de enlaçar e beijar
na visita do amor às almas

eterno é tudo aquilo que vive uma fração de segundo
mas com tamanha intensidade que se petrifica e nenhuma
[força o resgata


é minha mãe em mim que a estou pensando
de tanto que a perdi de não pensá-la
é o que se pensa em nós se estamos louco
sé tudo que passou, porque passou

é tudo que não passa, pois não houve
eternas as palavras, eternos os pensamentos; e
[passageiras as obras.
Eterno, mas até quando?
é esse marulho em nós de um
[mar profundo.

Naufragamos sem praia; e na solidão dos botos
[afundamos.
É tentação a vertigem; e também a pirueta dos ébrios.
Eternos! Eternos, miseravelmente.
O relógio no pulso é nosso confidente.


Mas eu não quero ser senão eterno.
Que os séculos apodreçam e não reste mais do que uma
[essênciaou nem isso.

E que eu desapareça mas fique este chão varrido onde
[pousou uma sombra
e que não fique o chão nem fique a sombra
mas que a precisão urgente de ser eterno bóie como uma
[esponja no caos
e entre oceanos de nada
gere um ritmo

Poema falado de Feliz 2010 a todos do Bienvenue-Ami.
São os votos do Blog Salvador na Sola do Pé.




“Que na sua vida... / Tudo tenha a beleza das flores, / Que não falte a luz do luar, / Que os amigos sejam todos sinceros, / Que o mar nunca se agite, mas se agitar / que o barco nunca afunde. / Que os beija-flores visitem / todos os dias o seu jardim, / Que os passarinhos cantem em sua janela, / Que os sorrisos se multipliquem / em sua face. / Que a inspiração renasça / a cada manhã. / Que teus sonhos sejam realizados, / Que seus dias de semana, sejam como o domingo. / Que o mal não chegue a porta da casa. / Que a tua dispensa esteja sempre abarrotada. / Que teus olhos só contemplem bondade, / Que cada passo teu seja iluminado por Deus. / Que todas as manhãs te recebam com um sorriso. É O QUE EU DESEJO”.E para terminar o ano em grande estilo, um Poema Falado sobre o amor, Soneto CXVI, escrito por William Shakespeare. Como dizia um dos inúmeros grafites do Maio de 1968 francês: Faça amor, não faça guerra! Que 2010 traga muito amor e que todos tenham muito amor para dar e receber (por Sílvio Benevides).

http://salvadornasoladope.blogspot.com/

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Joyeux Nöel- Moments dans la vie

Moments dans la vie

Il y a des moments dans la vie où vous vous ennuyez de quelqu'un
tellement que vous voulez juste les sélectionner de
vos rêves et les étreignent pour vrai !

Quand la porte du bonheur se ferme, une autre s'ouvre ;
mais souvent des périodes nous regardons si longs
porte fermée que nous ne voyons pas celui,
ce qui a été ouvert pour nous.

Ne pas aller pour des regards ; ils peuvent tromper.
Ne pas aller pour la richesse ; même cela se fane loin.
Aller pour quelqu'un qui te fait le sourire,
parce qu'il prend seulement un sourire à
faire un jour foncé sembler lumineux.
Trouver celui qui fait votre coeur sourire.

Rêver ce que vous voulez pour rêver ;
aller où vous voulez aller ;
être ce que vous voulez pour être,
parce que vous avez la seulement une vie
et une chance de faire toutes choses
vous voulez faire.

Pouvez vous avoir assez de bonheur pour te faire le bonbon,
assez d'épreuves pour vous rendre fort,
assez de douleur pour vous garder humain et
assez d'espoir de vous rendre heureux.

Les plus heureux des personnes pas nécessairement
avoir le meilleur de tout ;
ils tirent juste le meilleur de
tout qui vient le long leur manière.

Le futur le plus lumineux toujours
être basé sur oublié au delà ;
vous ne pouvez pas entrer en avant dans la vie jusqu'à
vous avez laissé aller de vos échecs et chagrins d'amour passés.

Quand vous êtes nés, vous pleuriez
et chacun autour de toi souriait.
Vivent votre vie ainsi à l'extrémité.


Momentos na vida

Há momentos na vida em que você sente falta de alguém
então você quer apenas selecionar seus sonhos
e abraçá-los de verdade!

Quando a porta da felicidade se fecha, outra se abre;
mas muitas vezes olhamos tanto tempo
porta fechada que não vemos que,
outra foi aberto para nós.

Não vá por olhares; eles podem enganar.
Não vá por riqueza, mesmo porque ela desaparece.
Vá por alguém que te fez sorrir
porque levar apenas um sorriso
faz um dia escuro parecer brilhante.
Encontrar quem faça seu coração sorrir.

Sonhe o que você quer sonhar;
Vá para onde você quer ir;
Torne-se o que você quer ser
porque você possui apenas uma vida
e uma chance de fazer todas as coisas
que você quer fazer.

Você pode ter a felicidade para fazê-lo doce,
oportunidades suficientes para torná-lo forte,
Dores suficiente para mantê-lo humano e
esperança suficiente para fazê-lo feliz.

As mais felizes das pessoas necessariamente
não tem o melhor de tudo
Elas tiram apenas o melhor de
tudo ao longo de seu caminho.

O futuro mais brilhante sempre
basear-se em esquecido o além;
Você não pode ir em frente na vida, até
você deixar suas magoas do passados.

Quando você nasceu, você estava chorando
e todos ao seu redor estavam sorrindo.
Viva sua vida assim, no final.

Tradução : Gina Carla




domingo, 20 de dezembro de 2009

Parabéns Aline!

Para alguns VITORIOSA!
Chamo e chamarei de SOBREVIVENTE!!



Amiga você cada dia vence novas etapas.
Sim, na sua vida etapas são conquistadas vividas e festejadas.

PARABÉNS!!
MAIS UM ANO!!


São GRANDES essas etapas!
Siga sua vida na busca da sua felicidade!


VIVA cada momento como se fosse ÚNICO!
Simplesmente viva e SOBREVIVA!!


ACREDITE!!



Ovelha negra
Rita Lee
Composição: Rita Lee


Levava uma vida sossegada
Gostava de sombra
E água fresca
Meu Deus!
Quanto tempo eu passei
Sem saber!
Uh! Uh!...
Foi quando meu pai
Me disse:
"Filha, você é a Ovelha Negra
Da família"
Agora é hora de você assumir
Uh! Uh! E sumir!...
Baby Baby
Não adianta chamar
Quando alguém está perdido
Procurando se encontrar
Baby Baby
Não vale a pena esperar
Oh! Não!
Tire isso da cabeça
Ponha o resto no lugar
Ah! Ah! Ah! Ah!
Tchu! Tchu! Tchu! Tchu!
Não!
(Ovelha Negra da Família!)
Tchu! Tchu! Tchu!
Não! Vai sumir!...
Levava uma vida sossegada
Gostava de sombra
E água fresca
Meu Deus!
Quanto tempo eu passei
Sem saber!
Han!! Han!...
Foi quando meu pai
Me disse:
"Filha, você é a Ovelha Negra
Da família"
Agora é hora de você assumir
Uh! Uh! E sumir!...


Cecília Meireles





Fio

No fio da respiração,
rola a minha vida monótona,
rola o peso do meu coração.


Tu não vês o jogo perdendo-se
como as palavras de uma canção.


Passas longe, entre nuvens rápidas,
com tantas estrelas na mão...


— Para que serve o fio trêmulo
em que rola o meu coração?



Gargalhada

Homem vulgar! Homem de coração mesquinho!
Eu te quero ensinar a arte sublime de rir.
Dobra essa orelha grosseira, e escuta
o ritmo e o som da minha gargalhada:


Ah! Ah! Ah! Ah!
Ah! Ah! Ah! Ah!


Não vês?
É preciso jogar por escadas de mármores baixelas de ouro.
Rebentar colares, partir espelhos, quebrar cristais,
vergar a lâmina das espadas e despedaçar estátuas,
destruir as lâmpadas, abater cúpulas,
e atirar para longe os pandeiros e as liras...


O riso magnífico é um trecho dessa música desvairada.


Mas é preciso ter baixelas de ouro,
compreendes?
— e colares, e espelhos, e espadas e estátuas.
E as lâmpadas, Deus do céu!
E os pandeiros ágeis e as liras sonoras e trêmulas...


Escuta bem:


Ah! Ah! Ah! Ah!
Ah! Ah! Ah! Ah!


Só de três lugares nasceu até hoje essa música heróica:
do céu que venta,
do mar que dança,
e de mim.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Celebrando o amor!


Reinvenção
(Cecília Meireles)

A vida só é possível
reinventada.


Anda o sol pelas campinas
e passeia a mão dourada
pelas águas, pelas folhas...
Ah! tudo bolhas
que vem de fundas piscinas
de ilusionismo... — mais nada.


Mas a vida, a vida, a vida,
a vida só é possível
reinventada.


Vem a lua, vem, retira
as algemas dos meus braços.
Projeto-me por espaços
cheios da tua Figura.
Tudo mentira! Mentira
da lua, na noite escura.


Não te encontro, não te alcanço...
Só — no tempo equilibrada,
desprendo-me do balanço
que além do tempo me leva.
Só — na treva,
fico: recebida e dada.


Porque a vida, a vida, a vida,
a vida só é possível
reinventada.


Video dedicado ao amor!







Como é Grande o Meu Amor Por Você
(Composição: Erasmo Carlos / Roberto Carlos )

Eu tenho tanto
Prá lhe falar
Mas com palavras
Não sei dizer
Como é grande
O meu amor
Por você...

E não há nada
Prá comparar
Para poder
Lhe explicar
Como é grande
O meu amor
Por você...

Nem mesmo o céu
Nem as estrelas
Nem mesmo o mar
E o infinito
Não é maior
Que o meu amor
Nem mais bonito...

Me desespero
A procurar
Alguma forma
De lhe falar
Como é grande
O meu amor
Por você...

Nunca se esqueça
Nem um segundo
Que eu tenho o amor
Maior do mundo
Como é grande
O meu amor
Por você...

Mas como é grande
O meu amor
Por você!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Cecília Meireles.



Encomenda

(Cecília Meireles)

Desejo uma fotografia
como esta — o senhor vê? — como esta:
em que para sempre me ria
como um vestido de eterna festa.


Como tenho a testa sombria,
derrame luz na minha testa.
Deixe esta ruga, que me empresta
um certo ar de sabedoria.


Não meta fundos de floresta
nem de arbitrária fantasia...
Não... Neste espaço que ainda resta,
ponha uma cadeira vazia.


Discurso

(Cecilia Meireles)

E aqui estou, cantando.


Um poeta é sempre irmão do vento e da água:
deixa seu ritmo por onde passa.


Venho de longe e vou para longe:
mas procurei pelo chão os sinais do meu caminho
e não vi nada, porque as ervas cresceram e as serpentes
andaram.


Também procurei no céu a indicação de uma trajetória,
mas houve sempre muitas nuvens.
E suicidaram-se os operários de Babel.


Pois aqui estou, cantando.


Se eu nem sei onde estou,
como posso esperar que algum ouvido me escute?


Ah! Se eu nem sei quem sou,
como posso esperar que venha alguém gostar de mim?

domingo, 27 de setembro de 2009

Grande Significação




Canção
Cecília Meireles

No desequilíbrio dos mares,
as proas giram sozinhas...
Numa das naves que afundaram
é que certamente tu vinhas.


Eu te esperei todos os séculos
sem desespero e sem desgosto,
e morri de infinitas mortes
guardando sempre o mesmo rosto


Quando as ondas te carregaram
meu olhos, entre águas e areias,
cegaram como os das estátuas,
a tudo quanto existe alheias.


Minhas mãos pararam sobre o ar
e endureceram junto ao vento,
e perderam a cor que tinham
e a lembrança do movimento.


E o sorriso que eu te levava
desprendeu-se e caiu de mim:
e só talvez ele ainda viva
dentro destas águas sem fim.



Noções
Cecília Meireles

Entre mim e mim, há vastidões bastantes
para a navegação dos meus desejos afligidos.


Descem pela água minhas naves revestidas de espelhos.
Cada lâmina arrisca um olhar, e investiga o elemento que
a atinge.


Mas, nesta aventura do sonho exposto à correnteza,
só recolho o gosto infinito das respostas que não se
encontram.


Virei-me sobre a minha própria existência, e contemplei-a
Minha virtude era esta errância por mares contraditórios,
e este abandono para além da felicidade e da beleza.


Ó meu Deus, isto é a minha alma:
qualquer coisa que flutua sobre este corpo efêmero e
precário,
como o vento largo do oceano sobre a areia passiva e
inúmera...

sábado, 19 de setembro de 2009

Bonne Fête mon amie Anne Marie!!


Amie de mon cœur!

Je vous souhaite bonne chance et souhaite aussi beaucoup
bonheur aujourd'hui et toujours.


Même que séparés par la distance et la culture
continuent toujours très proche parce que
nous connaissons l'importance de notre amitié.

Toi aure toujours une place dans mon
cœur et dans mon pays.

J'espère que toi apprécie les vidéos que moi et Silvio avons fait.
Il y a votre chanteur préféré et des images qui devraient vous
rendre très heureuse!

Je t’aime ma belle amie !!

Félicitations!

Un texte pour toi réfléchir:



La clé du bonheur

- Letícia Thompson

Ne mets dans les mains de personne ni de rien la clé de ton bonheur! Garde avec toi le pouvoir d'être maître de ta propre vie et dis-toi que si tu es un bon conducteur, tu sauras éviter les accidents. Et si, malgré tous tes efforts, ils surviennent, ne t'en fais pas. Il y a beaucoup de chutes qui arrivent pour nous montrer une nouvelle réalité, pour nous apprendre à arrêter et, qui sait, rencontrer de nouvelles directions et sorties. Et marcher sans s'arrêter peut être ennuyant et fatigant.....

....Être intelligent ce n'est pas tout savoir ou avoir la curiosité de tout apprendre. Être intelligent c'est tirer profit des leçons de la vie, regarder les événements avec objectivité et ne pas permettre que les émotions dominent la situation.......

......Oui, nous avons le choix! Même si ce n'est pas ce que nous attendons ou ce que nous désirons. Nous pouvons renoncer, persévérer ou rester sur place pour voir ce qui arrivera. Ce que nous ne pouvons pas, généralement, c'est revenir en arrière. Non... nous revenons peut-être sur nos décisions, mais pas sur les conséquences qu'elles ont eues sur nous... et les autres!







A Banda
Composição: Chico Buarque

Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

O homem sério que contava dinheiro parou
O faroleiro que contava vantagem parou
A namorada que contava as estrelas parou
Para ver, ouvir e dar passagem


A moça triste que vivia calada sorriu
A rosa triste que vivia fechada se abriu
E a meninada toda se assanhou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor


Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor


A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor


O velho fraco se esqueceu do cansaço e pensou
Que ainda era moço pra sair no terraço e dançou
A moça feia debruçou na janela
Pensando que a banda tocava pra ela


A marcha alegre se espalhou na avenida e insistiu
A lua cheia que vivia escondida surgiu
Minha cidade toda se enfeitou
Pra ver a banda passar cantando coisas de amor


Mas para meu desencanto
O que era doce acabou
Tudo tomou seu lugar
Depois que a banda passou


E cada qual no seu canto
Em cada canto uma dor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor...


Silvio envoyyer un cadeau pour toi .
Il a dit pour toi: BONNE FÊTE MON AMIE !



Presença de Mira
Carlos Drummond de Andrade

Adaptação
Sílvio Benevides

O errante colar de lembranças e metáforas,
apaga-se no colo de Anne Marie.
Maintenant je ne serais nulle part.
Quem sabe?
Mira Anne Marie., hei de encontrá-la sempre em alguns versos
que falam da criança construindo na areia
palácios e jardins de pátria proibida;
que contam do domingo, cesta de solidão,
e da mulher agitando um xale imaginário,
e do esquecimento, que é um papagaio de papel.

Não preciso escutar
o tambor do corcunda anunciando as notícias,
para saber de Anne Marie..
Neste grão de café encontro Anne Marie pensando no Brasil."

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Feliz Aniversário Paulinha !!

Paulinha, desejo a você um dia maravilhoso e uma vida florida como um belo jardim nos dias de primavera.


No jardim algumas flores podem conter espinhos que se você reconhecer saberá como tocar sem se machucar e sem sentir dor. Se não reconhecer você irá aprender com eles como deve se cuidar para não se machucar outra vez, mesmo que antes precise enfrentar a dor causada por alguns desses espinhos pois as vezes isso é necessário para o aprendizado. Saúde!!!

Realmente, muito obrigada por me permitir fazer parte de sua vida!Quero dizer que sou muito orgulhosa de ter uma amiga como você.Sua história de vida é uma exemplo de como todos podem conquistar o que desejam mesmo que a vida crie muitos obstáculos. Quem conhece você sabe quantos obstáculos você ultrapassou para conseguir suas conquistas.Continue sua caminhada. Felicidade!!!

Pessoa, você merece chegar onde chegou.Todas as suas conquistas são merecidas e construída a base de muita determinação, coragem e desejo.Muitas outras conquistas chegarão. Parabéns!!!

Desejo muita saúde e muita sorte hoje e sempre!
Cuide-se Pessoa!
Um grande beijo no seu coração.


Ninguém me habita
(Thiago de Mello)

Ninguém me habita. A não ser
o milagre da matéria
que me faz capaz de amor,
e o mistério da memória
que urde o tempo em meus neurônios,
para que eu, vivendo agora,
possa me rever no outrora.
Ninguém me habita. Sozinho
resvalo pelos declives
onde me esperam, me chamam
(meu ser me diz se as atendo)
feiúras que me fascinam,
belezas que me endoidecem.


A fruta aberta
(Thiago de Mello)
Agora sei quem sou.
Sou pouco, mas sei muito,
porque sei o poder imenso
que morava comigo,
mas adormecido como um peixe grande
no fundo escuro e silencioso do rio
e que hoje é como uma árvore
plantada bem alta no meio da minha vida.


Agora sei as coisa como são.
Sei porque a água escorre meiga
e porque acalanto é o seu ruído
na noite estrelada
que se deita no chão da nova casa.
Agora sei as coisas poderosas
que valem dentro de um homem.


Aprendi contigo, amada.
Aprendi com a tua beleza,
com a macia beleza de tuas mãos,
teus longos dedos de pétalas de prata,
a ternura oceânica do teu olhar,
verde de todas as cores
e sem nenhum horizonte;
com tua pele fresca e enluarada,
a tua infância permanente,
tua sabedoria fabulária
brilhando distraída no teu rosto.


Grandes coisas simples aprendi contigo,
com o teu parentesco com os mitos mais terrestres,
com as espigas douradas no vento,
com as chuvas de verão
e com as linhas da minha mão.
Contigo aprendi
que o amor reparte
mas sobretudo acrescenta,
e a cada instante mais aprendo
com o teu jeito de andar pela cidade
como se caminhasses de mãos dadas com o ar,
com o teu gosto de erva molhada,
com a luz dos teus dentes,
tuas delicadezas secretas,
a alegria do teu amor maravilhado,
e com a tua voz radiosa
que sai da tua boca
inesperada como um arco-íris
partindo ao meio e unindo os extremos da vida,
e mostrando a verdade
como uma fruta aberta.


(Sobrevoando a Cordilheira dos Andes, 1962)






Nada Sei
Kid Abelha
Composição: Paula Toller/George Israel
Nada sei dessa vida
Vivo sem saber
Nunca soube, nada saberei
Sigo sem saber...
Que lugar me pertence
Que eu possa abandonar
Que lugar me contém
Que possa me parar...
Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando
Enquanto tempo me deixar
Errando
Enquanto o tempo me deixar...
Nada sei desse mar
Nado sem saber
De seus peixes, suas perdas
De seu não respirar...
Nesse mar, os segundos
Insistem em naufragar
Esse mar me seduz
Mas é só prá me afogar...
Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando
Enquanto o tempo me deixar
Errando
Enquanto o tempo me deixar...

Outro vídeo para você Pessoa!








Non, Je Ne Regrette Rien
Não! Eu não lamento nada...
(Michel Vaucaire / Charles Dumont)

Non, Rien De Rien, Non, Je Ne Regrette Rien
Não! Nada de nada...Não! Eu não lamento nada...
Ni Le Bien Qu`on M`a Fait, Ni Le Mal
Nem o bem que me fizeram, Nem o mal
Tout Ça M`est Bien Egal
Isso tudo me é igual!
Non, Rien De Rien, Non, Je Ne Regrette Rien
Não, nada de nada...Não! Eu não lamento nada...
C`est Paye, Balaye, Oublie, Je Me Fous Du Passe
Está pago, varrido, esquecido, Não me importa o passado!

Avec Mes Souvenirs J`ai Allume Le Feu
Com minhas lembranças, Acendi o fogo
Mes Shagrins, Mes Plaisirs,
Minhas mágoas, meus prazeres
Je N`ai Plus Besoin D`eux
Não preciso mais deles!
Balaye Les Amours Avec Leurs Tremolos
Varridos os amores, E todos os seus tremores
Balaye Pour Toujours
Varridos para sempre
Je Reparas A Zero
Recomeço do zero.

Non, Rien De Rien, Non, Je Ne Regrette Rien
Não! Nada de nada...Não! Não lamento nada...!
Ni Le Bien Qu`on M`a Fait, Ni Le Mal
Nem o bem que me fizeram, Nem o mal
Tout Ça M`est Bien Egal
isso tudo me é bem igual!
Non, Rien De Rien, Non, Je Ne Regrette Rien
Não! Nada de nada...Não! Não lamento nada...
Car Ma Vie, Car Me Joies
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Aujourd`hui Ça Commence Avec Toi
Hoje, começam com você!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Gostaria de compartilhar esse texto com vocês:"Uma informação por favor"?


Ontem passei a tarde em casa me recuperando de uma sinusite a base de muitas medicações que não me deixaram muito bem com todos os efeitos colaterais que são causados. De repente recebo uma ligação de uma amiga e depois de falarmos um pouco resolvemos compartilhar a leitura de alguns textos. Isso foi muito especial e me fez esquecer todos os efeitos colaterais causados pela medicação.


Eu e minha amada amiga fizemos uma espécie de revezamento de leitura ao telefone. Ela terminava uma leitura eu iniciava outra e ficamos fazendo isso durante algum tempo.Depois de algumas leituras se faz um minuto de silêncio que foi quebrado assim:
-“ Fiquei arrepiada e emocionada com esse texto!”
-“ Eu também! Somos bestas, não é?”
- “Não! É apenas um texto que nos emocionou!”

Segue aqui o texto que gostaria de compartilhar com vocês:


"Uma informação por favor"?

Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém. Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse. "Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.

Minha primeira experiência com esse gênio na garrafa veio um dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até pensei: o telefone!

Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente à cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse "Uma informação por favor". Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido. "Informações". "Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência. "A sua mãe não está em casa?", ela perguntou. "Não tem ninguém aqui...", eu soluçava. "Está sangrando?" "Não", respondi. "Eu machuquei o dedo com o martelo, tá doendo..." "Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou. "Eu respondi que sim." "Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz.

Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo. Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philaddelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava: "Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola? Ela deve Ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente. "Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também..." De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.
No outro dia, lá estava eu de novo. "Informações.", disse a voz já tão familiar. "Você sabe como se escreve "exceção?" Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacífico.

Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. "Uma informação, por favor" pertencia àquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala. Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Frequentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.

Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um molequinho. Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seatle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos. Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi: "Uma informação, por favor". Como um milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: "Informações." Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: "Você sabe como se escreve Exceção?" Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul." Eu ri. "Então, é você mesma!", eu disse. "Você não imagina como era importante para mim naquele tempo." "Eu imagino", ela disse. "E você não sabe o quanto significava para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse". "Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.

"É claro!", ela respondeu. "Venha até aqui e chame a Sally." Três meses depois eu fui a Seatle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu: "Informações." Eu pedi para chamar a Sally. "Você é amigo dela?", a voz perguntou. "Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul." "Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas." Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou: "Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?"
"Sim""A Sally deixou uma mensagem para você.

Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse.
Eu vou ler para você".


A mensagem dizia: "Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender." Eu agradeci e desliguei. Eu entendi...

NUNCA SUBESTIME A "MARCA" QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS.




Desconheço o autor.



Te amo muito minha amiga e levo comigo suas marcas!
Obrigada,
Papillon
.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009


Canção do Amor-Perfeito

(Cecília Meireles)


O tempo seca a beleza.
seca o amor, seca as palavras.
Deixa tudo solto, leve,
desunido para sempre
como as areias nas águas.
O tempo seca a saudade,
seca as lembranças e as lágrimas.
Deixa algum retrato, apenas,
vagando seco e vazio
como estas conchas das praias.
O tempo seca o desejo
e suas velhas batalhas.
Seca o frágil arabesco,
vestígio do musgo humano,
na densa turfa mortuária.
Esperarei pelo tempo
com suas conquistas áridas.
Esperarei que te seque,
não na terra, Amor-Perfeito,
num tempo depois das almas.
________________________________________
Melhores Poemas, Global Editora, 1977 - SP, Brasil

ÚLTIMO POEMA DO MARINHEIRO

(Thiago de Mello)

O marinheiro encontrou o seu caminho no mar.
Mas uma noite, de repente,
o mar foi vazando, vazando,
até que secou completamente.

Seu barco, solitário
sobre o fundo do abismo,
torna-se uma coisa grotesca e sem sentido.

Estrangeiro entre os homens da terra,
caminha o marinheiro por estradas inúteis,
levando nos olhos um mistério verde
e na boca o amargor de tanto sal.

Contudo, nas noites de muito vento,
debruça-se na murada do tempo
e, enquanto espera o retorno do mar,
inaugura caminhos de cinza e de nada.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Parabéns,Doutor Silvio Benevides!



Parabéns meu grande AMIGO pelo sucesso alcançado!
Que honra em anunciar: Doutor Silvio Benevides.
Quantos caminhos percorridos para chegar a esse titulo, em?
Eu bem sei quantos foram os momentos de insônia, angustia, ansiedade e de muita elaboração que você viveu.
O importante é que você venceu!
Agora é só comemorar ou melhor comemorarmos.
Saiba que tenho muito orgulho de você e me emocionei vendo a sua defesa.Uma defesa cheia de conhecimento, reconhecimento, de humildade e de muita generosidade.
Méritos seus!
Parabéns!!! Parabéns!!! Parabéns!!!




Catarse
Fernanda Pittelkow

Me coloco pra fora
Me exponho
Me lamento toda hora
Me construo Desatino
Me destruo
Desabafo
Me escorro pelos olhos
Saio de mim para esquecer a tristeza
Lavo o rosto, o corpo,
e a alma!
Choro!